ISSN (on-line): 2177-9465
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A pesquisa para o autor ou co-autor encontrou 4 resultados

Burnout e tecnologias em saúde no contexto da enfermagem na Atenção Primária à Saúde

Cleyton Cézar Souto Silva, Ana Luisa Brandão de Carvalho Lira, Alexsandra Rodrigues Feijão, Isabelle Katherinne Fernandes Costa, Soraya Maria de Medeiros

Escola Anna Nery Revista de Enfermagem 2017; 21(2): -

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Ensino inovador de enfermagem a partir da perspectiva das epistemologias do Sul

Cláudia Cristiane Filgueira Martins Rodrigues; Diana Paula de Souza Rego Pinto Carvalho; Pétala Tuani Candido de Oliveira Salvador; Soraya Maria de Medeiros; Rejane Maria de Paiva Menezes; Marcos Antonio Ferreira Júnior; Viviane Euzébia Pereira

Escola Anna Nery Revista de Enfermagem 2016; 20(2): 384 - 389

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Reflexões sobre a articulação entre o homo faber e o homo sapiens na enfermagem

Cecília Nogueira Valença; Raionara Cristina de Araújo Santos; Soraya Maria de Medeiros; Jacileide Guimarães; Raimunda Medeiros Germano; Francisco Arnoldo Nunes de Miranda

Escola Anna Nery Revista de Enfermagem 2013; 17(3): 568 - 572

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Vigilância em saúde na enfermagem: o caso das medicações sem prescrição em crianças

Renata Araújo de Medeiros; Vioska Gomes Pereira; Soraya Maria de Medeiros

Escola Anna Nery Revista de Enfermagem 2011; 15(2): 233 - 237

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A automedicação é um hábito comum em nosso país e sempre foi um assunto muito discutido e controverso. Muitas mães recorrem à prática de medicar por conta própria suas crianças quando estas apresentam algum sintoma decorrente ou não de alguma patologia. Esta pesquisa teve como objetivo descrever os motivos que levaram as mães a administrarem medicações sem prescrição profissional a seus filhos. Foram entrevistadas 20 mães de crianças menores de 10 anos cadastradas no programa de Crescimento e Desenvolvimento da Unidade de Saúde da Família do município de Passagem, interior do Rio Grande do Norte. Entre as 20 mães entrevistadas, 30% automedicaram seus filhos com antipirético, 50% automedicaram devido à febre, 43% foram motivadas pela experiência anterior e 90% não relataram efeitos adversos. A automedicação na população infantil reforça a necessidade de um melhor esclarecimento às mães sobre os riscos da automedicação.

Palavras-chave: Automedicação. Criança. Mães. Enfermagem

 

 

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